Alta Velocidade

Rede de Alta Velocidade
Imagem rede eixos
  • Integração do caminho de ferro nacional na Rede Transeuropeia.
  • Estruturação da Frente Atlântica como Corredor com dimensão e importância demográfica e económica à escala europeia e com uma vocação especial para as relações com os mercados extra comunitários da América e África.
  • Integração nas modernas redes de cidades ao nível da Península e da Europa além Pirinéus.
  • Integração Europeia coesão e desenvolvimento regional.
  • Desenvolvimento económico e social nas fases de construção e de exploração.
  • Progresso tecnológico, qualificação e reestruturação dos sectores de actividade, inovação e desenvolvimento.
  • Estruturação territorial (favorece constituição de pólos com massa crítica versus dispersão territorial), Intermodalidade (integração sistema ferroviário, articulação com restantes modos e estruturação do sistema de transportes) e Mobilidade sustentável (intermodalidade, poupanças energética, reduções das emissões poluentes e de gases com efeito de estufa, diminuição da sinistralidade) 

O Projecto Nacional de Alta Velocidade é peça integrante da Rede Transeuropeia de Transporte Ferroviário, respeitando no seu desenvolvimento e, naturalmente nas fases intermédias, todas as exigências comunitárias no que se refere à criação de efectivas condições de interoperabilidade.

A futura Rede de Alta Velocidade, toda em bitola europeia, irá ligar os principais centros de mobilidade de pessoas e bens da Península Ibérica. A rede é composta essencialmente por um Corredor Litoral entre a Galiza e Lisboa que se articula com as restantes ligações: uma, a Norte, em direcção a Salamanca - Bordéus, e outra a Sul, em direcção a Évora, Elvas/Badajoz - Madrid - Barcelona - Marselha, tendo ainda prevista a ligação, a partir de Évora, a Faro/Huelva.

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